Boa noite Amigos do blog
Gostaria de compartilhar com vocês como foi a viagem da torcida “Doentes pelo Mandi” até a cidade de Osasco. Como em toda viagem temos algumas historias a contar: Tudo começa antes da saída da torcida, em frente ao estádio do Camacho; Eram exatos 05:50hs da manhã, quando Eu, Marcos Playrec e o Reis chegamos debaixo uma chuva gelada ao escuro estádio do Camacho. Lá dentro estavam os amigos Mariano e Adilson. Em seguida chegaram a Berê e o Marcelo, o Beto juntamente com o Vinicius e o Ezequiel, e aos poucos todos os Deontes que partiriam para Osasco. Fica o lamento por parte de alguns doentes que desistiram de ultima hora…. Pois bem, eram 06:00hs da manhã e estavamos todos a postos aguardando a “Ambulância” da alegria para partimos para o nosso destino. 06:10hs nada; 06:20hs nada e então entramos em contato com a transportadora. Recebemos a noticia que nosso motorista serie ele: o famoso “Vartão”, e que ele havia se enganado em relação ao horario… 06:30hs seria o “novo” horario para a saída. Pois bem, 06:30hs nada, 06:40hs nada, 06:45hs nada…quando enfim as 06:50hs surge no final da rua hugo pancieira, o onibus vermelho e branco da viação Willtur. Assim pudemos enfim partir para Osasco.
Durante a viagem, muitos “guaranas” eram ingeridos por alguns membros da torcida..principalmente por mim, o Beto, o Henrique, e o mais animado de todos: o Vinicius. Logo na primeira parada, o Jassa teve que correr para o banheiro, devido a um churriço ingerido na noite anterior. Depois de um lanchinho e a aquisição de mais alguns “guaranas”, continuamos a nossa viagem. Na chegada a cidade de Osasco começa o nosso martirio: nosso motorista, resolve começar a complicar nosso já estragulado tempo e erra a entrada na cidade. A partir dai, fizemos um tour pela cidade de Osasco e algumas vezes passamos mais que uma vez pelo mesmo local. Nossa salvação foi um Sr. de nome Roberto que encontramos em uma rua e após negociar com o mesmo, ele nos deixou na porta do estádio José Liberati. Chegamos ao estádio já com o jogo em andamento, e após todo o trabalho de entrar em faixas e instrumentos, onde vale ressaltar que fomos muito bem recebidos, conseguimos nos acomodar e começar a apoiar o nosso querido Mandi.
Duante o jogo, muitas emoções e gritos de incentivo. A lamentar somente o fato de apenas 2 vezes durante o jogo, o vendedor de agua nos atender. No mais, otimas acomodações de um belo estádio de futebol, com banheiros limpos e com todos os acessórios que os torcedores merecem.
Na volta para a casa fomos “escoltados” pelo torcedor Léo, que mora em Itaquera (45km distância) e tem parentes aqui em Mogi Guaçu. Ele facilitou bastante e nos deixou na entrada da rodovia, em um posto de gasolina, em que tivemos a oportunidade de nos abastecer com muito “guaraná”… De lá seguimos direto ao posto 67 da rede Graal, onde pudemos enfim almoçar – não é mesmo Marcelo Basile??kkk
Depois de algumas horas de almoço, varias idas ao banheiro, alguns cigarros fumados, algumas cervejas tomadas, alguns pães comprados, e pedidos desesperados do Vinicius para que fossemos embora, voltamos novamente a rodovia para o nosso retorno a Mogi-Guaçu. Antes da chegada, uma ultima parada foi solicitada para um rapido alivio no banheiro, que só foi conseguida depois de muita “briga” com o “Vartão”.
Enfim, o relogio marcava pouco mais de 17:00hs quando a “Ambulância” parou em frente ao estádio Alexandre Augusto Camacho. Esqueci de mencionar que o clima de descontração rolou do inicio ao fim, principalmente na volta depois de uma bela vitoria do Guaçuano. Ainda rolou um 3° tempo no bar do Jassa, onde estivemos Eu, o Beto, o Mariano, o Henrique (que não queria ir embora de jeito algum), o Reis, o Marcelo Basile e a Berê…Ah! e obvio o Jassa. Cheguei em casa pouco depois das 19:30hs, cansado, mas de alma lavada pela vitoria e feliz por estar na companhia de amigos como vocês.
Agradeço a todos pela viagem: Beto, Mariano, Reis, Playrec, Vinicius, Henrique, Marcelo, Berê, Ezequiel Bocão, Pituca, Jassa, Ezequiel Natu Nobilis, Leandro, Paulo Rabelo, Fabião, Adilson, Zé do Hospital, Olavo (ou Paulinho, ou seria Osvaldo) e Carlão… Nós todos somos “Doentes pelo Mandi”…



